Papa Bento XVI 

Pontificado - 2005 a 2013

 

 

 

 

  

                                                 Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em 16 de abril de 1927, cidade de Marktl, diocese de Passau – Alemanha. O pai era Comissário de Polícia e era originário de uma tradicional família de agricultores na Baixa Baviera. Passou sua adolescência em Traunstein e no ano de 1939, ingressou num seminário preparatório. Quatro anos mais tarde (1943), com 16 anos de idade, junto com os integrantes de sua classe, foi designado a prestar serviços em baterias anti-aéreas por ocasião da Segunda Guerra Mundial. Prestou ainda treinamento básico para a infantaria de Wehrmacht no mês de novembro de 1944. Por isso, em 1945, acabou sendo preso por tropas americanas, que imaginavam ser ele um soldado alemão, e por isto foi encaminhado a um acampamento para prisioneiros de guerra, mas acabou sendo libertado no mês de junho de 1945. Foi quando reingressou no seminário.  

                                                 Em 29 de junho de 1951 ele e seu irmão Georg foram ordenados sacerdotes. Iniciou aqui suas atividades de professor, especializando-se nas faculdades de teologia e filosofia de Freising. Em 1953, doutorou-se em teologia com a dissertação “O Povo e a Casa de Deus na Doutrina da Igreja, de Santo Agostinho”. Quatro anos mais tarde obteria a cadeira com seu trabalho sobre “A Teologia da História de São Boaventura”. Pela sua notável intelectualidade e experiência, foi-lhe atribuído o encargo de dirigir a Dogmática e Teologia Fundamental na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising. 

                                                 Ministrou seus ensinamentos em Bonn de 1959 a 1969, paralelamente em Münster (1963 a 1963) e Tubing (1966 a 1969). Neste último ano, passou a ser catedrático de Dogmática e História dos Dogmas na Universidade de Rabistona, exercendo o cargo de vice-presidente na mesma universidade. Em 1962 contribuiu notavelmente nas comissões do concílio Vaticano II como consultor teológico do cardeal Joseph Frings, Arcebispo de Colona.

                                                 Entre suas numerosas publicações, destacam-se: “Introdução ao Cristianismo”, que trata de uma recompilação das lições universitárias publicadas em 1968 sobre a profissão da fé apostólica; “Dogma e Revelação” (1973), que é uma coletânia de ensaios, pregações e reflexões pastorais. Nesta ocasião, obteve notável ressonância seu discurso, pronunciado na Academia Católica bávara, sobre o tema “Porque sigo, todavia, na Igreja?”, onde afirmou: “Só é possível ser cristão na Igreja, ao lado da Igreja”. Em 1985 publicou o “Informe sobre a fé” e, em 1996 “O Sal da Terra”.Em 24 de Março de 1977, o Papa Paulo VI o nomeou Arcebispo de Munique para, no dia 24 de maio subseqüente receber a consagração episcopal. Foi ele o primeiro sacerdote diocesano a assumir, depois de 80 anos, o governo pastoral da grande diocese bávara.   

                                                 Em 1977, o Papa Paulo VI o nomeou cardeal, tendo participado da Assembléia Geral do Sínodo dos Bispos como relator, em 1980, que tratou dos temas: “Os deveres da família cristã no mundo contemporâneo” e “Reconciliação e penitência e a missão da Igreja”.Em 25 de novembro de 1981 foi nomeado por João Paulo II como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé; e pesidente da Pontifícia Comissão Bíblica e Pontifícia Comissão teológica Internacional. Em novembro de 1998 foi eleito vice-decano do colégio cardinalício e, em 30 de novembro de 2002, o Santo Padre aprovou sua eleição de decano do colégio cardinalício, realizada por cardeais da ordem dos bispos. 

                                                 Foi presidente da Comissão para a preparação do Catecismo da Igreja Católica, que lhe custou seis anos de intensos trabalhos (1986 a 1992). 

                                                 Em 10 de novembro de 1999 recebeu o doutorado "honoris causa" de Direito, emitido pela Universidade Italiana - LUMSA. Em 13 de novembro de 2000, foi acadêmico honorário da Pontifícia Academia de Ciências. 

                                                 Acumulou diversas outras importantes funções como: Membro do Conselho da II Secção da Secretaria de Estado, das Congregações para as Igrejas Orientais, para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para os bispos, para a Evangelização dos Povos, para a Edcucação Católica, do Pontifício Conselho Para a Promoção e Unidade dos Cristãos e das Pontifícias Comissões para a América Latina e "Ecclesia Dei". 

                                                 Durante sua trajetória, defendeu resolutamente os valores valores evangélicos e cristãos, empenhando-se decididamente a combater conceitos estranhos que pudessem, de qualquer forma, vir atingir os valores doutrinários da Igreja. De personalidade forte, nunca poupou palavras para defender os preceitos da religião católica. Por suas exposições, muitas vezes duras, porém verdadeiras, enfrentou constantes críticas, perseguições e declaradas inimizades. 

                                                 Desde 1981, quando foi nomeado como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, arrebanhou uma larga fileira de inimigos, ao empenhar-se dedicadamente aos processos a si atribuídos, que visavam a investigação e controle da ortodoxia. Condenou a Teologia da Libertação, pelo seu conteúdo exclusivamente social, baseado em conceito ideológico e marxista. Também repudiou a manifestação de sacerdotes asiáticos, que tentaram colocar a doutrina da Igreja Católica no mesmo plano das religiões não-cristãs que, segundo eles, também faziam parte do plano de Deus para a salvação da humanidade.

                                                 Muitos, não conseguindo enxergar seu zelo como preservador da doutrina de Cristo,  o taxaram de "conservador" radical, diante da sua inflexibilidade ante surgimento de ideologia terrenas e condenando também temas como homossexualidade, matrimônios gays, controle da natalidade, uso de métodos artificiais para evitar a contracepção ou evitar a Aids, aborto, eutanásia, ordenação de mulheres e o sincretismo religioso. Demonstrou afabilidade ao diálogo inter-religioso, ao mesmo tempo que mostrou-se inflexível quanto aos pontos doutrinários e dogmáticos. Dentro disto, foi que manifestou certa restrição às relações ecumênicas, que pendiam para a unificação de idéias em filosofias diversificadas, inconciliáveis à doutrina da Igreja, além de atacar os modismos e tendências atéias da modernidade. 

                                                 Assumiu o nome de Bento XVI, no dia 19/04/2005, conforme anúncio à multidão congregada no Vaticano, que aguardava ansiosa após o anúncio da eleição do novo Papa, pela fumaça branca da chaminé vista por todos na Praça de São Pedro. 

                                                 Em sua primeira aparição pública, o recém-eleito Pontífice pediu ao mundo que rezasse por ele e por seu papado. "Entrego-me às vossas preces", disse o Papa à grande multidão, vindas de todas as partes do mundo. Foi ovacionado e interrompido por diversas vezes com gritos e aplausos. Vestido com os paramentos papais, Bento XVI deu sua primeira bênção à cidade de Roma e ao mundo (bênção "Urbi et Orbi"). Bento XVI foi o Papa mais idoso, desde Clemente XII, que também tinha 78 anos, quando eleito em 1730 e o primeiro Papa alemão, desde Vitor II (1055).

 

-  Renúncia  - 

(Reflexões da Redação - publicação de 16-02-2013 - Página Oriente)

                                                 O Papa Bento XVI, de 85 anos,  causou surpresa ao anunciar na segunda-feira do dia  13 de fevereiro de 2013,  sua renúncia no dia 28 de fevereiro subseqüente.  Os motivos que o levaram a tomar essa decisão, oficialmente, devem-se à sua idade avançada, especialmente agravada na dificuldade de se locomover.  Se intelectualmente e espiritualmente o Santo Padre demonstra vigor e fortaleza admiráveis, o mesmo já não se pode dizer quanto ao seu vigor físico.

                                                 Mas, pelos desdobramentos que vieram à tona naqueles dias, ficou fácil aos católicos perceber que,  a postura alquebrada do Papa, não deve-se tanto ao peso dos anos em si, mas agravou-se, por assim dizer, pelas constantes divisões na Igreja, pressões de todo o tipo, traições em seu próprio círculo pessoal,  além dos eventos constantes de desobediência e escândalos, que originaram-se dentro do próprio clero.  Sem as energias físicas necessárias,  o Papa humildemente reconheceu esta condição e decidiu passar o cajado para seu próximo sucessor, anunciando sua renúncia.   Este portal sempre difundiu a fidelidade a Pedro - "Católicos atentos à voz de Roma";  esse é e sempre continuará a ser o nosso lema, em contraposição à setores do clero ou do mundo laico que, por preceitos meramente humanos,  difundem outras ideologias e até teologias estranhas à Sã Doutrina, estranhas às normas ditadas por Roma.                                                                   

                                                 Embora, em momento algum, o Papa Bento XVI tenha atribuído a sua renúncia a outros motivos,  acaba deixando pistas claras desses conflitos internos,  quando desabafou na sua última homilia da Quarta-feira de Cinzas - dia 13/02 - questões sobre a "hipocrisia religiosa pela busca por aplausos, e a culpa na Igreja pela divisão no corpo eclesial".  Para acessar a homilia, clique aqui.   

          

FILHOS DESOBEDIENTES

                                                 Até agora, este portal têm evitado polemizar alguns aspectos relacionados à desobediência ao Papa, mas a questão chegou a um ponto em que é preciso urgentemente, resgatar-se a unidade da Igreja,  a unidade em torno do Papa.  Somos católicos leigos,  sem vínculo com qualquer instituição, movimento ou associação.   Somos apenas fiéis ao Papa e à Igreja e, dentro dessa difusão, afastamo-nos de qualquer denominação do tipo "conservador, moderado ou progressista".   Porque isto é preceito humano, enquanto a obediência à Pedro, é preceito divino.  O Brasil também pertence ao rol dos insubordinados e isto exige, atualmente,  séria reflexão sobre o assunto.      

                                                 A questão polarizou-se sobremaneira, de forma que já não é mais possível mascarar as evidências desse momento grave.  Especialmente no Brasil, onde as normas litúrgicas foram constantemente assoladas por inovações inaceitáveis,  o católico praticante, mais do que nunca,  acaba amargando no peito dolorosa  angústia ao participar da Santa Missa.  Onde o púlpito se confunde com palanque,   onde a assembléia se confunde com platéia, onde a banda de música, bateria, guitarra e vocalistas empolgadíssimos, sufocam a voz dos fiéis e ensurdecem seus ouvidos.  O Código Musical da Igreja - foi jogado na lata de lixo como velharia.   Existe algo bem orquestrado para transformar os templos católicos do Brasil em casas pentecostais. (A propósito, em que patamar ficou a Missa em Latim, alguém sabe dizer?  Façam uma pesquisa no Google e constatem o cúmulo ou  acúmulo da desobediência mundo afora a respeito disso).  Pois que o Ato Solene da Eucaristia, onde o Sangue Incruento de Cristo é derramado, pelo que revivemos Sua Paixão, virou em muitos locais do Brasil, palco de Rock and Roll, festivais de alegria, euforia e palmas. Se por um lado o católico sofre com isso,  engole a situação,  não revolta-se, mas reza e oferece sua amargura durante a Missa, do início à benção final,  sua própria penitência. E deve ser assim mesmo.  

                                                 Como não bastasse,  a questão do Dízimo transformou-se em neurose, e  os agentes dessa pastoral percorrem inúmeros vilarejos, algumas vezes até enfurecidos,  levando essa estranha doutrina de casa em casa, de porta em porta, numa busca desenfreada por cifras.   Os líderes das seitas evangélicas têm por bandeira a difusão do "Dízimo providente" junto aos seus fiéis.  Afinal,  suas polpudas e invejosas contas bancárias,  brilham o olhar dos que deram de ombros com o conceito de "Providência Divina",  inversamente proporcional ao significado do primeiro termo.  

                                                 Dízimo, é coisa dos "Edir Macedo" da vida,  nunca existiu na Igreja Católica,  pelo contário,  quem lê a Carta  aos Hebreus, no seu Capítulo VII,  entende perfeitamente o que São Paulo fala a respeito - é claríssimo quanto à abolição de todas as leis, dízimos e costumes judaicos.  Mas, quem tem os ouvidos fechados, lê e não entende, em alguns casos pior ainda, finge que não entende.   Em 2005, ao promulgar os Mandamentos da Igreja,  elaborado pelo então Papa João Paulo II, o Papa Bento XVI confirmou a supressão do termo "dízimos" (pagar "dízimos" conforme o costume), passando a vigorar, então, a seguinte redação - "Atender às necessidades materiais da Igreja, cada qual segundo as próprias possibilidades".   Mas a Pastoral do Dízimo,  novamente tapou os ouvidos,  manteve o texto da versão anterior, e deturpou o termo "dízimos" (que compreendia as quermesses, ajudas de estola, etc), para "dízimo" (do plural para o singular).  Manteve-se, então,  o famigerado movimento - Pastoral do Dízimo.  Não tiveram sequer a sensibilidade de modificar o termo para a "Pastoral da Contribuição", a partir da nova redação.    Então, vai daí que pela expressão literal ninguém paga o dízimo (que não encontra outra expressão senão 10%) e acaba por transformar em mentirosos aqueles que se intitulam dizimistas da paróquia.   A gravidade do pecado de  Ananias e Safira, só nos faz rogar a Deus que, não a ira, mas a misericórdia prevaleça sobre seu povo.  Pedimos aqui que a Pastoral do Dízimo reflita em que situação grave estão sendo submetidos os fiéis "dizimistas", com base na reflexão encontrada nos Atos dos Apóstolos, capítulo 5, 1-11.  A Igreja outrora já sofreu amargamente por conta do pecado da Simonia,  que novamente ronda com essa "descoberta" contemporânea, onde a peçonha dizimista se infiltra em território sagrado, colocando os padres que não concordam com isso em situação dificílima, semelhante ao drama vivido pelo Papa. Haja pressão que surge de baixo para cima!!!   Nossos irmãos separados não incorrem na culpa da simonia,  já que não possuem bens sacros ou sacramentos para traficar. Mas conosco a coisa é bem diferente!  

                                                 Quando o povo ouvindo o Mestre a respeito do Matrimônio, tentou contrapôr suas palavras citando a Carta de Divórcio promulgada por Moisés,  Jesus imediatemente exime seu profeta da responsabilidade e devolve a culpa ao próprio povo, que na época exercera forte pressão, deixando Moisés sem alternativa:  "Porque Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres, mas no princípio não foi assim. " (Mt 19, 8).   Ninguém, como o Papa Bento XVI amargou tantas críticas e investidas do povo, desde as pretendidas "inovações" à liturgia da Igreja, até às promiscuidades mundanas de toda a ordem, especialmente em relação à temas como sexualidade,  contracepção,  aborto, eutanásia e manipulação genética.  Mas não cedeu.  Então,  se futuramente o Papa vier a "abrir a guarda", é sobre nossa cabeça que irá recair o castigo divino, não pensem que o Papa será responsabilizado por isso. Deus já nos deixou isso bem explícito nas Escrituras.  Porque, se dependesse de nós,  a embarcação de Pedro já teria naufragado há muito tempo.  Por sorte, o Divino Mestre nos garantiu que o poder das trevas não irá se sobrepor ao da Luz até o fim do mundo: "Também eu te digo, que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." (Mt 16, 18) E no arremate, confere ao trono de Pedro a infalibilidade papal:  "E eu te darei as chaves do reino dos céus. Tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus; e tudo o que desligares sobre a terra, será desligado também nos céus". (Mt 16, 19)

                                                 A maior gravidade do nosso pecado diante de Deus é a desobediência, origem de toda a balbúrdia gerada no mundo, que remonta à desobediência de Adão, ou seja, o pecado original.   A mesma desobediência, amargou o Papa  Bento XVI, que sentiu isso na própria carne, em grande parte deteriorada pela dureza do nosso coração.  Ele mandava fazer "A",   parte do clero fazia "B";   mandava fazer "C",   faziam "D".  Nesse panorama, somando-se aos recentes escândalos privados que lhe atingiram,  os escândalos sexuais perpetrados  "pelos inimigos internos" como ele próprio o fez questão de frisar, constata-se que,  se é tarefa hercúlea para um jovem lidar com toda essa conjuntura a nível mundial, quem dirá para alguém com a saúde extremamente fragilizada, como a do nosso Papa.  A Providência Divina poupou o Santo Padre que,  já manifestou o desejo do recolhimento e oração na vida de clausura, o que sem dúvida, será um poderoso instrumento de Deus em favor de Seu povo. 

                                                 A Igreja de Cristo, fundamentada sobre rocha firme e sobre a qual o inferno jamais prevalecerá, conta com pastores fiéis ao Papa e à Sã doutrina.  Estes são a maioria, vivem no silêncio e na oração,  em detrimento de uma minoria barulhenta que, convenhamos,  têm ganhado corpo e força nas últimas décadas.      

                                                 Então,  urge mesmo resgatar, com a ajuda de Deus,  a obediência ao Papa, seja ele quem for e de onde for.  Porque, infelizmente, amargamos setores progressistas  definindo o Papa como conservador,  e setores conservadores definindo-o como progressista e,  setores moderados que,   numa retórica "aveludada",  postam-se de "conciliadores" entre uma facção e outra.  Dessa confusão toda, perdemos a noção da obediência.  

                                                 Neste tempo de turbulências tempestuosas, só podemos atribuir a culpa a nós mesmos, especialmente os leigos.  Somos mesmo fiéis ao Papa? Quando o Catecismo esbarra em nossos interesses pessoais,  defendemos a Igreja ou  jogamos pedra em seu telhado?  Ou somos do tipo que se envergonha de dar testemunho quando o asunto é homossexualismo, casamento gay,  contracepção, aborto, eutanásia e outras questões doutrinárias inegociáveis?  Estamos reservando momentos de oração pelo Papa, pelos Bispos, pelos nossos párocos, pelos membros que participam ativamente do corpo da Igreja?  Também pode recair sobre nós, portanto,  a co-responsabilidade dessas tribulações que estamos vivenciando nesses últimos anos.  Lembramo-nos de rezar pelos nosso pároco/vigário, pelo nosso Bispo, pelo Papa e pela Igreja?  É preciso também bater no peito e avocar um sincero mea culpapedir a Deus que tenha misericórdia de todos nós,  e que venha em nosso auxílio,  presenteando a Igreja com um pastor de Sua escolha para guiar o povo de Deus.

                                                 Voltando ao tema principal, não erramos em afirmar que tanto a decisão da renúncia, quanto à questão da sucessão não são fatores que refletem a mera vontade humana do Papa, mas primeiramente a vontade do Espírito Santo de Deus que, certamente,  já escolheu seu sucessor,  mediante oportuna manifestação ao Colégio Cardinalício por ocasião do Conclave. Esta é a nossa fé, nossa convicção.     

Vinde, Espírito Santo,  iluminai-nos, protegei-nos, dá-nos sabedoria para sermos, por Tuas mãos, 

instrumentos eficazes de unidade na Igreja e fidelidade ao Papa. Amém!

.

NOTA DA REDAÇÃO (Sobre as reflexões da Renúncia)

 

                                                 O webmaster deste portal e os demais membros da equipe da Página Oriente,  sentem-se impedidos de assinar ou avocar a autoria deste artigo,  já que trata-se de uma síntese de tudo aquilo que está contido no Livro Oriente, de autoria do fundador honorário deste portal - Carlos Mariano de Miranda Santos (* 1928  + 2007), que encontra-se publicado on-line neste site  desde 2001.  Aconselhamos aos visitantes que façam sua leitura - para acessar ao livro clique aqui.   

                                                 Tudo o que escrevera e denunciara em seu livro, a respeito da desobediência do clero e dos católicos em relação ao Papa,  havia sido alertado por ele em detalhes já em 1997,  quando iniciou sua obra, e cuja publicação  aqui consumou-se em 2001.  Carlos Mariano, que por 30 anos dedicou-se ao estudo das Sagradas Escrituras, defensor implacável da Igreja e da Vulgata de São Jerônimo,  faleceu em 2007, em setembro, mês da Bíblia.   

                                                 Em mensagem postada hoje (16/02/2013  às 12:32 hs) em nosso Livro de Visitas, a viúva do autor - Lourdes Lira de Miranda Santos - manifestou-se a respeito do conteúdo do livro, que revelou-se profético diante dos fatos decorrentes, ou seja, dos eventos que de fato ocorreram e que acabaram por culminar na renúncia do Papa Bento  XVI,  e da atualidade de seu conteúdo  para nossa reflexão:  

"O LIVRO ORIENTE NUNCA ESTEVE TÃO ATUAL COMO NO MOMENTO PRESENTE COM 

OS ACONTECIMENTOS DA RENÚNCIA DO NOSSO QUERIDO PAPA BENTO XVI"

                                                                                                                                                                    LOURDES SANTOS

 

 

                                    .  

 -       Tópicos relacionados        -

Reflexões sobre a renúncia do Papa Bento XVI - Por Página Oriente

Modificações nos ritos do Conclave pelo Papa Bento XVI

 

Ir para a Página Oriente